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Quem não está um bocadinho farto de surfistas profissionais?

Pois é, o meu nome é João Kopke e sou surfista profissional. Fui campeão nacional em todas as categorias juniores, compito no circuito mundial e essas coisas…

Mas eu, como tu talvez, estou um pouco farto de surfistas profissionais. Mas não de surf. Nem de ondas, de viagens, de pessoas diferentes. Gosto de viver como um nómada de sensações e não como um pro surfer.

E quero contar-te essas histórias. As dos caminhos por onde a prancha de surf e a arte me levam. Uma onda, uma fotografia, um poema ou uma música são o meu papel e caneta de todos os dias.

Se quiseres saber mais sobre quem eu sou e o que faço, continua a ler.

 

Comecei a surfar com oito anos, em Carcavelos. Aos dez anos, comecei a treinar com um grupo de jovens atletas de alta competição, e comecei a competir, inicialmente em campeonatos nacionais, e ganhei vários títulos da categoria júnior. Rapidamente comecei a participar em competições internacionais, tanto como membro da equipa portuguesa de surf, e na World Surf League, onde obtive bons resultados.
Em simultâneo com o surf e os estudos, surgiu a música. Comecei a tocar contrabaixo com dez anos, na Escola de Música do Conservatório Nacional. Toquei na orquestra juvenil e frequentei masterclasses com músicos excepcionais, tais como Gary Karr, um dos melhores contrabaixistas do mundo. Também comecei a estudar canto lírico.
Quando a minha carreira júnior chegou ao fim, e tendo a universidade, o surf e a música se tornado no meu modo de vida, comecei a olhar para o surf de uma forma diferente.
Vejo-me não só como um competidor, mas como alguém que encontra no surf uma oportunidade de olhar para o mundo e contar histórias sobre ele.